A crónica de Gibraltar

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A Crónica de Gibraltar, nasceu a 15 de Maio de 1801.
Há cerca de 200 anos atrás, no início do ano de 1801 cinco regimentos da guarnição do pelotão de Gibraltar foram enviados ao Egipto para lutar contra Napoleão, o primeiro ministro francês.
Os soldados do pelotão deixaram para trás as suas esposas e os seus filhos.
Por mero acaso que todas as notícias que eram recebidas desde o Egipto eram deixadas numa placa na Biblioteca da Garrison em Gibraltar, de tal forma que o interesse público aumentou por esse esse tipos de notícias...
A 4 de Maio de 1801, uma nova edição surgiu sob o nome de "Continuação da inteligência do Egipto recebida pelo navio de Sua Majestade, o Flora desde Alexandria.". Esta edição seria impressa na Galeria Garrison, e vendidas pelos irmãos H. e T. Cowper.

A edição de 4 de maio foi impressa em quatro páginas, as três primeiras em Inglês e Francês. A última página trazia o nome de todos os soldados que morreram desde o início da guerra e incluia também as vitórias gloriosas de Nelson em Copenhaga. A segunda edição foi publicada a 8 de Maio de 1801.

A publicação deveria de ser semanal, todas as sexta-feira.
Em primeiro lugar, foi publicado como "Gibraltar , a crónica de 15 de Maio de 1801", quando os artigos de fundo revelaram o maravilhoso espírito que animava os momentos mais comovedores, no entanto também previa com uma precisão surpreendente as armadilhas que cercavam o editor daquela publicação dedicada aquela pequena comunidade.

Este foi o ano em que a lei de união britânica entrou em vigor, a música do dia foi composta por Beethoven e a Revolução Industrial encontrava-se na sua primeira infância.

O primeiro editor foi um francês chamado Charles Bouisson, que se instalou em Gibraltar em 1794.
Bouisson diz-se ter sido um "um homenzinho com uma gravata extravagante e calções brancos" e estava pronto para assumir a presidência por 54 anos.
Em 15 de Maio de 1801, a primeira página da Crónica de Gibraltar dava destaque aos recém-coroados:

"Nunca nenhum jornal começou numa época tão propicia como a Crónica de Gibraltar... os eventos que temos a registar desde o Oriente ao Norte, foram muito gloriosos para a nação britânica. Não devem porém ser esperados devido á natureza mutável dos assuntos humanos, que este será o nosso melhor momento de glória apenas por termos tido uma série de triunfos consecutivos. A sorte definitiva por fim chegará e a desgraça nunca nos irá acontecer devido ao poder do espírito britânico invencível e unidos pelos laços do afecto fraternal, o nosso Império unido poderá desafiar o mundo. Deixemos o primeiro cônsul que se gaba repetidamente da França republicana, prosseguir com a sua linha de absurdo política.
Estamos confiantes de que sobre a orientação do Divino Governador do Universo, o Comércio da Grã-Bretanha irá prosperar e a sua glória nunca vai subir tão alto como quando está erguida e o valor dos seus intrépidos marinheiros e soldados irá perpetuar a sua reputação e proteger as suas costas.

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